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Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 05h31 PM
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Indicadores SEBRAE (jan/2008)

 

Gráfico - Evolução do faturamento real nas MPEs paulistas: comparação

  Fonte: Indicadores Sebrae-SP.

Após uma expansão de 4% no faturamento acumulado de 2007 frente a 2006, as MPEs paulistas iniciaram o ano registrando uma expansão do faturamento de  6,2%, na comparação de janeiro de 2008 com janeiro do ano anterior.  O comércio foi o segmento que puxou esse crescimento com expansão de 9,7% sobre o mesmo mês do ano anterior. O setor de serviços também teve expansão de 6,3% no faturamento real e a indústria registrou queda de 3,1%.

A expansão do consumo das famílias tem sido o fator determinante desse processo, favorecido pela queda do desemprego, recuperação da renda real dos trabalhadores e maior oferta de crédito para o consumo. No interior do estado de São Paulo, o boom agropecuário também  está contribuindo muito para o desempenho médio das MPEs do estado. No  interior a expansão média das MPEs foi de 10,2%. Já na RMSP a expansão foi mais modesta: 3% em janeiro de 2008 sobre janeiro de 2007.

O relatório completo pode ser acessado no portal do Sebrae-SP:
> http://www.sebraesp.com.br/principal/conhecendo%20a%20mpe/indicadores%20de%20conjuntura/default.aspx

Marco Aurélio Bedê
Coordenador do Observatório das MPEs
SEBRAE-SP
tel (011) 2109-5701

Postado por DILZA M. LUPAQUINI

 



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 10h33 AM
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ACESSE :
 
e confira uma pequena amostra do que será essa XI feira de negócios, e o que você encontrara na empresa NATURAL.


Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 08h50 PM
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Microempresas ganham sobrevida
 
Quando decidiu abrir um negócio em 1994, o empresário Antônio Carlos Freiria fez uma aposta arriscada. Comprou uma sorveteria em RP com situação financeira frágil. Mas, baseado em um planejamento, trabalhou os pontos fracos da empresa, remodelou a loja e diversificou a atuação no mercado. Hoje, 14 anos depois, o empresário é dono de uma das mais conhecidas sorveterias da cidade, a Vanesa, com duas lojas e duas cafeterias.
A maior recompensa pelo empreendedorismo veio no último dia 12 de fevereiro.
Concorrendo com 294 empresas do Estado de São Paulo, a Vanesa ganhou o Prêmio Superação Empresarial edição 2007, categoria comércio – a premiação é uma do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) que tem como objetivo reconhecer as iniciativas dos empresários em aprimorar o seu negócio e alcançar a excelência em sua gestão.
No próximo dia 3 de abril, Freiria será homenageado em Brasília, em um congresso que reunirá os vencedores do prêmio em todos os Estados do Brasil. “Consegui esse resultado com visão empreendedora, que me fez insistir mesmo nos momentos difíceis e com um plano de negócios que projetou cada ação da empresa. Essa foi a chave do sucesso”, atribui.
Mas o êxito da Sorveteria Vanesa não é um caso tão comum no mercado atual.
A mais recente pesquisa do Sebrae-SP sobre o assunto, “Sobrevivência e mortalidade das empresas paulistas de 1 a 5 anos”, mostra que 56% das novas empresas não chegam a cinco anos de existência - 29% encerram atividades antes de completar o primeiro aniversário.
O Sebrae conclui que um dos motivos principais do fim precoce de empresas é a ausência de planejamento prévio, quando uma pessoa, por ansiedade ou necessidade de trabalho, abre um negócio sem avaliar a oportunidade do investimento.
A falta de comportamento empreendedor do empresário, ou seja o conjunto de habilidades e atitudes que favorecem o atuação, também contribui para a falência.
“É uma realidade lamentável, porque os pequenos empreendedores contribuem muito socialmente e economicamente para o mercado. Representam os maiores empregadores de mão-de-obra do país”, disse o presidente da Associação Comercial e Industrial de RP, Francisco Pinguera.


Micros são 98% dos estabelecimentos da região de Ribeirão
A área de abrangência do Sebrae na região de RP envolve 27 municípios, onde existem 97.057 empresas – 98% das quais são MPEs. Elas geram 108.537 empregos, que correspondem a 56% das vagas totais, e movimentam massa salarial de R$ 976 milhões por ano. “É por isso que buscamos o desenvolvimento de ferramentas para reduzir o índice de mortalidade das novas empresas”, disse o gerente regional do Sebrae, Rodrigo Mattos.
De acordo com o levantamento da entidade, muitos empreendedores não sabiam e não procuraram levantar informações que poderiam ter sido estudados antes da abertura. Por exemplo, 53% não sabiam nem procuraram levantar os hábitos dos clientes e 49% não sabiam quantos concorrentes iriam enfrentar no mercado. “Outros itens muitas vezes deixados de lado são: aspectos legais (normas sanitárias e de segurança), localização da empresa, número de fornecedores e suas práticas (prazos e preços), qualificação da mão-de-obra necessária e valor do investimento para abrir o negócio”, completou o economista Pedro João Gonçalves, do Observatório das MPEs do Sebrae-SP.

LUIZ ADOLFO
Especial para A Cidade
Fonte: Jornal A Cidade - Sabado, 15 de Março 2008 - 0h06

Postado em 15/03/2008 às 10:06 hs por:

Engº Caio Marcelo Tonholi Bergamaschi

CEL: (16) 9153-1136

TEL: (16) 3011-6612 / 3610-8690

 

MSN e E-MAIL: cmtb@convex.com.br

SITE: http://www.cainho.com.br

SKYPE: Caio_Bergamaschi

ORKUT: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=1821142583961450520



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 09h07 AM
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A INSEPARABILIDADE CLIENTE/FORNECEDOR
Fonte: Cléber Crosara Lettieri – Jornalista e Diretor Comercial da Ada Engenharia, Consultoria, Projetos e Certificações Ltda.

Quando compramos um gerador ininterrupto de energia (UPS), aqui no Brasil mais conhecido como No-Break, o que queremos na verdade é receber não uma caixa preta ligada por cabos a um amontoado de baterias, e sim um sistema periférico eficiente que nos garanta a continuidade de energia necessária à integridade de nossos sistemas informatizados.Desde a abertura de mercado de informática, esse produto passou a ser oferecido como commodity (com pouco ou nenhum valor agregado em relação ao mercado), e o consumidor ficou sem parâmetros para optar por esta ou aquela marca.

Entendemos que a eficiência de um fornecedor deste tipo de equipamento é muito mais a de um prestador de serviços do que simplesmente um comerciante de produtos de e para informática. Adotar o marketing de serviços, abrindo mão do marketing convencional tem como meta atingir clientes e estabelecer relacionamentos tão próximos que os mesmos possam ser chamados de parceiros, porque quanto maior a proximidade, maior será a lealdade e o valor do ponto de vista do cliente, caso contrário, só teremos relacionamentos comerciais transitórios, e é sabido o quanto custa conquistar e recuperar clientes. Não há dúvida que uma estratégia de Serviços traz benefícios imediatos para uma organização.

A estratégia é simples, você não se relaciona com pessoas que produzem as mercadorias que você compra, não te interessa à maneira como foi feito, nem onde, nem por quem, estes não são dados que interferem no momento da sua decisão de compra ou na satisfação com o produto adquirido.

Em 2005 As empresas se tornarão muito mais competitivas se, antes de planejar uma investida estratégica (Marketing tradicional), focalizar o mercado, obter o registro de necessidades e expectativas dos clientes e de suas percepções quanto ao desempenho atual da sua empresa e da concorrência, porque as necessidades de Serviços dos clientes mudam, do mesmo modo que suas expectativas de como estas necessidades serão satisfeitas.

Gostaríamos de enquadrar a “inseparabilidade” que é uma das principais características do marketing de serviços, pois o serviço é produzido e consumido simultaneamente, com a participação do cliente e do fornecedor, ao fornecimento destes produtos (no-break), pois no fim das contas o resultado final depende fortemente de como o fornecedor e cliente se relacionaram.

Quando falamos de relacionamento, estamos falando da inseparabilidade, pois o fornecimento de no-break, passa obrigatoriamente pelo envolvimento de vários setores da empresa, industrialização, faturamento, expedição, instalação, ativação, treinamento etc...O envolvimento com o cliente acontece em vários níveis, e aí é que entra um item importante no sucesso das vendas o treinamento de pessoas, pois assim como um centro de T.I. exige administrador capacitado, a infraestrutura para o suporte elétrico adequado também exige o engenheiro especializado.

Hoje, o departamento de gestão de pessoas, ex de pessoal, entende que a capacitação é parte integrante da qualidade total, e que a percepção que o cliente tem do produto, passa obrigatoriamente pelo relacionamento com o prestador de serviços.

Adotar como filosofia empresarial, a busca da qualidade através da especialização de colaboradores, produzindo serviços de qualidade, agregando valores quando da comercialização de um produto considerado uma commodity, é satisfazer as necessidades do consumidor com relação a um condicionamento de energia estável e ao mesmo tempo confiável.

Postado em 07/03/2008 às 00:22 hs por:

Engº Caio Marcelo Tonholi Bergamaschi

CEL: (16) 9153-1136

TEL: (16) 3011-6612 / 3610-8690

 

MSN e E-MAIL: cmtb@convex.com.br

SITE: http://www.cainho.com.br

SKYPE: Caio_Bergamaschi

ORKUT: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=1821142583961450520



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 11h20 PM
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A QUESTÃO HUMANA DO TALENTO 

   

 “ Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe um mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada posso dar a não ser a oportunidade, o impulso a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.”

( Hermann Hesse )

 

Mas afinal o que é talento ? Segundo nosso conhecido “Dicionário Aurélio”, seria aptidão natural, inteligência, mas o que é ser inteligente nos dias atuais ?

Sem dúvida é muito mais do que QI, mais do que nunca precisamos estar preparados para o futuro, futuro este que está acontecendo agora, neste exato momento, enquanto divagamos a respeito de inteligência existem milh@es  (leia-se milhões )  de pessoas criando o amanhã.

Na ênfase da Gestão, a expectativa do desempenho gera equipes com diversas abordagens, segundo Warren Bennis e Patrícia Ward Biedermann no livro intitulado “Os Gênios da Organização : As forças que impulsionam a criatividade nas equipes de sucesso” ( Rio de Janeiro : Campus, 1999), “O mito do indivíduo que triunfa sozinho está profundamente arraigado no espírito norte-americano . . . nossas visões contemporâneas de liderança estão vinculadas às nossas idéias de heroísmo, tanto que as distinções entre “líder” e “herói”, muitas vezes se confundem.”

É de extrema importância esta colocação no contexto cultural que estamos inseridos em nossas organizações, as sistematizações de concepções americanizadas são percalços de crenças gerenciais ultrapassadas, ainda assim continuamos cultuando os “melhores”, ou seja, o “melhor”, pois as empresas familiares idolatram o individualismo do “DONO”, e mesmo parecendo ridículo, grande parte dos feudos familiares parece desconhecer a contribuição do “TODO”.

Toda honra e toda glória ao “Poderoso Chefão”, como se o mérito do sucesso fosse único e exclusivo dele. Infelizmente fatores relativos ao individualismo excessivo eliminam qualquer tentativa de inovação e até mesmo de alianças criativas, lamentavelmente o maldito individualismo ocidental alimenta o venerado orgulho americano.

Aprendemos nas Escolas de Administração pelo mundo afora que só poderemos Ter resultados extraordinários através das pessoas, e como não poderia deixar de ser, através de equipes estratégicas;  

 

Ø      Muito Bom !

Ø      Excelente !!!

Ø      Mas como formas pessoas extraordinárias ?

Ø      Como transformar sapos em príncipes ?

 

Como construir negócios sólidos que realmente saibam explorar o melhor do capital intelectual ?

A verdade é que as Escolas de Administração têm ensinado muito pouco sobre as pessoas, a base administrativa será sempre construída através dos seres humanos, aprender a administrar emoções é o grande boom desse novo tempo, a sociologia, a filosofia, a antropologia, a psicologia, são disciplinas que não podem continuar sendo encaradas como mero conteúdo curricular, como se fossem um passatempo até o esperado encontro com as disciplinas técnicas, chega de conivência com as falhas administrativas que tentamos camuflar atrás das máquinas, só conseguiremos formar pessoas altamente qualificadas quando conseguirmos socializar o conhecimento humano, precisamos nos conhecer mais. Cada vez mais aprendemos a respeito de menos, viver esse tempo, se resume na perigosa arte da revolução intelectual desse fim de século, que tudo isso pelo menos possa nos dar inspiração para refletirmos.

As grandes fusões tecnológicas, o avanço humanos tem ladeado acontecimentos pré-históricos como atentados, assaltos, e violências de toda espécie, as pessoas têm se preocupado tanto em sobreviver, que acabam deixando de ouvir, ajudar e até mesmo conviver com outras pessoas.

Infelizmente o próximo século, já em 2001, nos reservará um grande desafio. O desafio de vencer a solidão – essa imensa solidão que nos distancia daqueles que muitas vezes dividem suas vidas conosco; desenvolver talentos é muito mais do que distribuir honrarias ou patrocinar cursos, seminários e congressos, pelo que temos observado, administrar talentos é reaprender a viver e a conviver com pessoas das mais variadas castas da erudição.

 

Professora Debora Aparecida Almeida   Doutoranda em Ciências Empresariais – UMSA – Buenos Aires e Coordenadora de Pesquisa e Pós-Graduação na UnC – Universidade do Contestado – Curitibanos – SC

e-mail :debora@baroni.com.br

Postado por Dilza M. Lupaquini



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 10h37 AM
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Liderança nas Empresas, a Chance de uma Empresa Sólida e Lucrativa

Liderança é a habilidade de influenciar pessoas a trabalharem entusiasticamente, visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum. (Fonte: Livro O Monge e o Executivo).

Dentro das empresas hoje, é necessário que haja excelência não somente em obter lucros, mais que haja o casamento entre obter lucros e satisfação dos funcionários. Afinal, é através do ser humano que podemos obter lucros.

A palavra liderança tem sido um tema bem discutido nos dias atuais; muitos empresários têm visto nessa habilidade a chave de uma empresa sólida e lucrativa. O tema, até a chegada da teoria das relações humanas não era muito discutido e o gerente da empresa, ou seja, o “líder” tinha em suas mãos todo o poder; pois este era centralizado. Isto pôde ser bem visto principalmente na teoria clássica; mas ainda ocorre nos dias de hoje. Com a chegada da teoria das relações humanas, baseada na chamada de Experiência de Hawthorn, da qual teve como fundador o Elton Mayo, veio à tona a discussão; que tem ganhado cada vez mais força.

A Teoria das relações humanas defende que o funcionário deve ser alguém valorizado pela empresa. Pois pessoas que se sentem bem no ambiente de trabalho, que conseguem ter uma boa convivência na empresa tanto com colegas, quanto com lideres, que se sentem importantes para empresa; têm mais facilidade para vestir a camisa da empresa e conseguinte trabalharem melhor para esta. E Isto tem sido visto como verdade por muitos pesquisadores contemporâneos, dessa área.

A habilidade de lidar com pessoas é o aprendizado mais difícil, segundo muitos empresários; mas, cursinhos que ensinem essa dura disciplina têm ajudado muitos deles. Um excelente livro para aprendermos a respeito de liderança é o livro “O Monge e o Executivo” do autor James C. Hunter. Vale a pena lê-lo.

Um líder paga o preço de ser um líder, mas para tudo há uma recompensa, e esta pode ir muito além de uma simples remuneração. Para influenciar pessoas primeiro você tem uma escolha,que é liderar ou não. Após escolher só é necessário que você faça com amor e que trabalhe para o bem comum. Trabalhando para o bem comum, você com plena certeza terá um time forte trabalhando ao seu favor e ao favor da empresa; o que fará dela realmente uma empresa sólida e lucrativa.

Postado por JESSICA BARBOSA



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 06h10 PM
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"Empresas-anãs" podem ter vida longa e qualidade

"As empresas-anãs nasceram para não crescer, porém podem ter solidez e clientes fiéis anos a fio." A declaração é do especialista em pequenas e médias empresas e também em empreendedorismo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), de São Paulo, Francisco Guglielme Júnior. Segundo ele, esta é uma característica de diversas empresas como clínicas especializadas em cirurgia plástica, fabricantes de massas artesanais, restauradores de móveis, algumas galerias de arte, dentre outros negócios, noticiou o jornal Valor Online.

As empresas-anãs estão sempre vinculadas à personalidade de seu dono ou de uma família e terão clientela cativa e estabilidade no mercado desde que continuem calcadas no diferencial da tradição. Como explica Guglielme Júnior, se elas crescerem entrarão em outras arenas de competição e aí a sorte do negócio estará em jogo. Segundo ele, esses imperativos de mercado são mais determinantes na opção por não crescer do que questões tributárias ou de governo.

"O grande erro de uma empresa tradicional e pequena é querer imitar os concorrentes maiores, quando ela cai na vala comum, e é apenas mais uma dentre tantas." Segundo o especialista, é bom deixar claro que tradição não quer dizer velho. "Uma empresa, independentemente de seu tamanho, deve acompanhar os movimentos mercadológicos e as inovações tecnológicas, sem descaracterizar seu estabelecimento, produto, marca ou embalagem."

De acordo com ele, um estabelecimento centenário pode ter instalações e móveis antigos, mas bem conservados. Entretanto, se ele não contar com um sistema de funcionamento computadorizado age errado. Ele disse que sempre é bem-vinda uma propaganda institucional que demonstre as vantagens competitivas daquela empresa. "Ficar pequeno não significa não divulgar o que se faz, um erro muito comum."

Já para o diretor de Integração Regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Mauro Miaguti, que é também um dos líderes do programa Empretec no país, programa criado pela ONU após a Segunda Guerra Mundial, com foco no empreendedorismo, a tradição é um bom atrativo, mas nenhuma empresa conseguiria ter vida longa se seus produtos e serviços não tivessem alguma qualidade.

Para ele, a postura do empresário é o que determina a longevidade ou não de um negócio. "Até a decisão de se permanecer pequeno requer muitas análises." A tradição de um local pode atrair clientes pela primeira vez em virtude da curiosidade, porém, se ao experimentar o produto ou os serviços ele não ficar satisfeito, dificilmente retornará ou comprará novamente daquele lugar. O sistema tributário brasileiro também contribui para que as pequenas optem por não crescer. "Mudar de degrau significa pagar impostos bem acima da proporção de crescimento."

De acordo com consultor de marketing do Sebrae -SP Gustavo Carrer, muitas empresas mantêm-se pequenas com medo de delegar funções. Elas têm administrações centralizadoras, mas quando se faz necessário abrir uma filial, contratar gerentes e mais funcionários, fica evidente a falta de traquejo para lidar com a nova realidade. A criatividade para lidar e superar os imprevistos Pequenos empresários acham que vão perder mais dois ou três dias se ficarem fechados estruturando-se melhor, mas isso ajuda sua empresa a crescer na verdade, informou a Gazeta Mercantil

A empresária Simone Flores não esquece o dia em que teve que ir para a cozinha de sua loja recém-inaugurada no bairro do Tatuapé, zona leste de São Paulo, para desfiar 20 quilos de frango que seriam usados no recheio de pastéis. O movimento de clientes foi tão acima do previsto para os primeiros dias de funcionamento da franquia da Pastel do Trevo de Bertioga Tatuapé que ela, o gerente e até o marido tiveram que ajudar na sua produção.

Simone afirma que a pior parte foi o da inauguração, feita na véspera da abertura ao público. A casa estava lotada, porém nada de pastel. O fogão de fritura não funcionava porque faltava uma peça e como a produção não havia sido testada com antecedência o problema só foi descoberto na hora. "Foi um erro nosso", assume a empresária. Para piorar o clima de confusão, quando o marido saiu para tentar achar um substituto para aquela peça, o carro quebrou e ele teve que ir de táxi procurar a solução do problema. Por fim, foi adaptado um maçarico ao fogão e só pode-se experimentar os pastéis por volta das 23 horas, conta Simone.

A empresária viu-se obrigada a reformar o imóvel recém-inaugurado para acomodar no andar de cima mais equipamentos incluindo geladeira, freezer, um novo fogão com tacho de fritura de pastéis destinado exclusivamente aos pedidos de delivery e uma área maior para o estoque. O número de funcionários também aumentou e alguns foram inscritos em cursos do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) porque antes da abertura da loja só tinham a experiência prática de trabalhos anteriores e um treinamento oferecido pela franqueadora.

Hoje Simone recorda-se de maneira divertida dos apuros que passou no começo, mas para muitos empresários os imprevistos dos primeiros dias de um negócio podem afetar de maneira dramática a vida da empresa. "Pode ser um fator decisivo ter um dimensionamento aquém ou muito elevado em relação à demanda", afirma Gilberto Rose, consultor de orientação empresarial do Sebrae-SP. Ele recomenda que as novas empresas façam um bom planejamento e estruturem-se bem antes de abrir. Segundo Rose, os pequenos empresários acham que vão perder mais dois ou três dias se ficarem fechados estruturando-se melhor, mas, na verdade, saem ganhando com esses dias de treinamento "porque é o investimento deles que está em jogo".

fonte - Pequenas Empresas & Grandes Negocios boletim@newsletter.edglobo.com.br 

postado por Celia Albina

 



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 11h23 AM
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PORQUE TANTOS EMPREENDIMENTOS FRACASSAM LOGO NO PRIMEIRO ANO?
por Leonardo Hoff dos Santos

Apesar de os índices de fracasso das empresas nos primeiros anos já terem sido amplamente divulgados por inúmeras instituições relacionadas ao empreendedorismo, percebemos que muitos empreendedores “de primeira viagem” ainda não tiveram acesso a estas informações, e nem mesmo a comunidade alheia ao desejo de ter um negócio próprio tem ciência de que esta taxa é bastante elevada.

Inúmeras fontes citam que o índice de mortalidade das pequenas empresas já no primeiro ano atinge a 60%, e alcança 90% dos empreendimentos até seu 5.º ano de vida (ou “sobrevivência”). Na balança, os principais motivos são:
- Ausência de um planejamento adequado;
- Falha ou ausência de uma análise de viabilidade;
- Equívoco na concepção do negócio (por alienação mercadológica).

Assim, no primeiro ano, ocorre que muitos negócios fecham porque não tiveram uma proposta formulada com base em informações adequadas sobre as oportunidades e ameaças existentes no mercado, uma falha absurda em tempos em que “é preciso ser o melhor” (em preço, em produto, em atendimento, em custos etc).

Isto se deve ao despreparo dos proprietários, que, afoitos e ávidos de ter seu próprio negócio, acabam por esquecer esta etapa tão importante, sem a qual não é possível definir e adotar mecanismos de acompanhamento e controle que, por exemplo, permitam buscar um realinhamento caso algo não saia como o esperado, ... simplesmente porque sem um processo racional de previsão é praticamente impossível saber ao certo o que se esperar!

Se a atual dinâmica do mercado é constante, e muito acelerada, ... e os hábitos, necessidades e desejos dos consumidores se alteram muito rapidamente... então se faz, também, necessário estar preparado para acompanhar essas tendências... e, de preferência, estar na linha de frente... inclusive para se oferecer ao cliente aquilo que ele ainda nem sabe que quer ou que precisará.

A visão míope de que "se o negócio está bem, está ótimo" - perigosamente aliada à falta de visão ou de busca de soluções alternativas futuras – é uma situação que está bastante próxima do pequeno e médio empresário, o que é um terrível equívoco... pois é como estar assinando a própria certidão de óbito. E é por aí que "se vão à breca” aqueles negócios que sobrevivem ao primeiro ano.

É necessário, sim, ter consciência dessa dinâmica de mercado para que se possa acompanhá-la, oferecendo uma constante renovação de propostas que, em sintonia com as necessidades do mercado, tenham a preocupação de manterem-se adequadas tanto ao hoje quanto ao amanhã. E é claro que não devemos ignorar o passado, que é uma grande fonte de aprendizado.

Para isso, a empresa não deve ter apenas lucro suficiente para sobreviver. É preciso querer mais (e obter mais!), é preciso analisar as tendências, prever o futuro, traçar metas claras e, sobretudo, investir para realizá-las no médio e no longo prazo, caracterizando-se em um processo objetivo, mas controlável, e com flexibilidade de realinhamento.

Também precisamos olhar para funcionários e enxergar que estes precisam ser bem treinados para estarem alinhados com os objetivos do negócio; os ativos imobilizados precisam ser constantemente renovados; os investimentos em marketing devem ser contínuos para surtir efeitos constantes; os negócios devem ter um fluxo de caixa saudável e, ainda, gerar um bom retorno sobre o capital investido (vejam no final alguns índices para comparação).

Os principais erros que se percebe em um empreendimento já implementado podem ser agrupados nas seguintes formas:

1- Falta empatia (“enxergar” o problema e a solução pela perspectiva do cliente) tanto aos proprietários quanto ao pessoal do atendimento;

2- Os clientes não percebem motivos que os estimulem a ter confiança ou credibilidade (não se percebe uma cultura para “solucionar os problemas dos clientes”);

3- A comunicação com os clientes e com o mercado é equivocada;

4- O dono do negócio é o Comandante Bombeiro (pois envolve-se demais " apagando incêndios" em seu negócio e não dedica um tempo para o repensar);

5- Falta energia (ou motivação) para demonstrar interesse em solucionar o problema do cliente “como” e “quando” este deseja;

6- Inexistência de comprometimento das equipes envolvidas em todos os processos, e de busca de melhorias contínuas;

7- Falta aos colaboradores uma correta compreensão sobre a empresa e seus objetivos;

8- Há um desconhecimento sobre os custos envolvidos, sobre os processos mais valorizados, sobre as habilidades técnicas necessárias e sobre a disponibilidade e aplicação de ferramentas de gestão;

9- Ausência de organização, de foco e orientação para os objetivos.

Podemos citar, também, os quatro principais caminhos que sinalizam para a derrocada de um negócio:
- Mudança de sede orientada exclusivamente pela redução de preços de aluguel;
- Redução do número de funcionários, prejudicando a qualidade dos serviços e do atendimento ( motivos que afastam os clientes);
- Redução dos preços de venda, comprometendo as receitas e a lucratividade, o fluxo de caixa e retorno aos investidores;
- Tomada de empréstimos para “tapar os furos” do negócio, investindo recursos financeiros sem a devida análise de viabilidade e retorno ou sucesso.

Principais motivos pelos quais se perde um cliente:
1.º) por insatisfação com a atitude do pessoal (má qualidade nos serviços e no atendimento);
2.º) por desapontamento com o desempenho (performance) dos produtos/serviços (solução esperada);
3.º) por achar que os preços são elevados (em relação à concorrência ou qualidade do produto/serviço);
4.º) por outros motivos como mudanças de hábitos, fim de uma necessidade etc.

Dados para comparação e análise dos negócios das Micro e Pequenas Empresas (Fonte: Sebrae Nacional):
- Rentabilidade média (lucro/investimentos) = 3% ao mês (36% ao ano);
- Lucratividade média (lucro/receita) = 5% a 10% (setor industrial e comercial);
- Lucratividade média (lucro/receita) = 15% a 20% (setor de serviços);
- Valor agregado* = R$ 0,37 (contra R$ 0,24 para médias e grandes empresas).

*Valor Agregado (VA) é o valor que se agrega à economia para cada unidade monetária (R$1,00) faturada.

Com todas estas informações, fica bastante claro que não é assim tão fácil ser empreendedor, pois este precisa encarnar vários personagens que lhe exigem uma grande habilidade, dedicação e contínua aprendizagem.

Concluímos desejando que todos reflitam sobre o assunto sem perder sua motivação para empreender, mas sim buscando informações e conhecimentos, e fazendo um minucioso planejamento para assegurar o sucesso de seu empreendimento.

Leonardo Hoff dos Santos (www.advantageconsultoria.com.br) é Administrador especialista em Marketing pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pós-graduando em Controladoria de Gestão, atua como consultor em Gestão de Negócios e em Gestão Estratégica de Marketing pela Advantage Assessoria e Consultoria Mercadológica Ltda., sediada em Porto Alegre – RS

Postado por Dilza M. Lupaquini



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 03h04 PM
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35 idéias para você montar sua empresa
14 setores que prometem crescer muito


por Julia Zillig, Wagner Roque e Adriana Fonseca

Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra
na edição da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios de janeiro/2008, já nas bancas.



Feliz ano-novo! Já estamos em 2008 e nada melhor que um mês como janeiro para tirar os planos do fundo da gaveta e colocá-los em prática. Que tal começar a concretizar aquele sonho de abrir o próprio negócio? E se você já tem um negócio, que tal garimpar idéias para ampliá-lo? Se o que você quer neste ano é tornar-se um empresário ou aprimorar um negócio já existente, está lendo a reportagem certa. Os 14 setores aqui selecionados crescem mais do que a economia brasileira como um todo e são uma boa pedida. Um exemplo? Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) nacional cresceu cerca de 5% em 2007, segundo estimativas do ministro da Fazenda, Guido Mantega, o setor de beleza fechou o ano com um salto de 13% na receita. Nada mal, não?

Ao que tudo indica, o crescimento do país é sustentado, o que favorece muito a abertura de novos negócios. De acordo com Mantega, o bom resultado do PIB no terceiro trimestre de 2007, com um crescimento de 5,7% sobre o mesmo período do ano anterior, indica uma manutenção do bom desempenho nos próximos anos. "É possível esperar um crescimento de 5% ou mais nos próximos anos", disse o ministro. "O crescimento do PIB reflete o bom momento da economia brasileira, revelando o grande potencial produtivo de nossas empresas."

A economia está aquecida e os pequenos negócios são os grandes beneficiados nessa história. Os especialistas dizem que quando a demanda cresce, as grandes companhias não conseguem contratar e formar mão-de-obra em tempo hábil para atender aos novos pedidos. O resultado é a terceirização dos serviços e é aí que entram os negócios menores. "Existe a tendência de as pequenas empresas crescerem à sombra das grandes", diz Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Ibmec São Paulo. "A vantagem dos pequenos negócios é que eles têm mais flexibilidade para se adaptar rapidamente às novas tendências."

O bom momento econômico do ano passado já se refletiu na receita dos pequenos negócios. O ano que terminou rendeu um faturamento de R$ 195 bilhões para as micro e pequenas empresas paulistas, segundo um estudo do Sebrae São Paulo que analisou 1,3 milhão de empreendimentos. A receita é a melhor dos últimos cinco anos. O crescimento do setor em 2007 deve ficar em torno de 4%, resultado bastante positivo visto que em 2006 a variação foi negativa (3,5%) e em 2005 houve um ínfimo crescimento (1,9%). "De um modo geral, as pequenas empresas continuarão beneficiando-se de uma conjuntura favorável em 2008, particularmente porque o acesso ao crédito tende a ampliar-se a custos mais baixos do que em 2007", diz Mailson da Nóbrega, economista da Tendências Consultoria Integrada e ex-ministro da Fazenda

Postado por Celia Albina

Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 01h41 PM
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A PREOCUPACAO COM O MEIO AMBIENTE

Sacolas ecológicas
 
A empresária Beatriz Porto e dona de uma confecção infantil há 18 anos. São roupinhas sempre muito coloridas. Os modelos respeitam a idade e o universo infantil: tudo simples e confortável.
Além do algodão ela trabalha com malha. Ela produz em média 1,5 mil peças por mês. Em cada coleção o cuidado com o aproveitamento da matéria-prima.
“Aqui a gente não joga nada fora, a gente transforma tudo. Praticamente tudo é transformado num outro produto”, afirma Beatriz.
Como a confecção não pára de desenvolver novos modelos, a empresária fica com um estoque de moldes. Depois de um tempo, eles viram lixo. Por isso, ela resolveu mudar a base da modelagem. E passou a agir de forma ecologicamente correta.
“Para fazer a modelagem eu usava um polietileno – que é um acetato plástico petróleo. Então eu pensei: a hora que eu não uso mais eu vou jogar fora, isso não vai ser degradável. Passei a usar toda a modelagem em papel. Então eu tenho o papel porque na hora em que eu não precisar mais dessa modelagem eu jogo fora e não vou agredir o meio ambiente”, conta a empresária.
Esse ano, a empresária tomou uma outra decisão: aproveitar a estrutura da confecção e fazer um produto que realmente fizesse a diferença na questão ambiental. Para ela, consumidores saindo das compras com sacolinhas plásticas nas mãos, podem e devem mudar. Afinal, como lembra Beatriz, o plástico é um material derivado do petróleo que demora séculos para se desfazer.
Portanto, que tal chegar das compras com uma sacola de tecido ao invés das várias de plástico?
“Eu pensei que a gente não podia ficar só no discurso e tinha que fazer alguma coisa para contribuir. Foi pensado na sacola porque eu sentia a necessidade de ter uma sacola para eu poder ir ao supermercado, feira e não transportar sacola plástica”, aponta Beatriz.

As sacolas são feitas de ionita, um tecido mais resistente e de algodão. O forro é de papelão encapado com malha de algodão e pode ser retirado na hora de lavar a sacola. A idéia é ter uma coleção com cinco tamanhos de sacolas.

“Então eu pensei: desde uma compra média até a ida a uma padaria para comprar um pãozinho. Eu tenho desde o tamanho de 80 x 50cm até o tamanho de 20 x 35cm. Então eu vou variar os tamanhos de acordo com a  necessidade da compra”, garante Beatriz.

O investimento inicial da empresária, para produção das 200 primeiras sacolas, foi de apenas R$ 500. Isso, porque ela aproveitou toda sua linha de produção. As seis funcionárias gastam 13 minutos para fazer cada sacola. Basicamente, elas são costuradas em duas máquinas: uma interloque que faz a costura reta e outra que faz o acabamento. Segundo a empresária, cada um deve fazer a sua parte para um mundo melhor.

“Eu penso que a gente não pode esperar somente das ações públicas. A gente tem que começar a fazer nossa parte. Temos que ter uma consciência e ver o que podemos contribuir para um planeta melhor”, acredita Beatriz.

O objetivo da empresária é que este projeto ganhe as ruas e, para isso, ela já tem parceiros. Como uma floricultura que já adotou esta idéia.

A escolha da floricultura não foi à toa. Assim como a confecção de sacolas, ela está no mercado de flores há 18 anos. E agir de forma sustentável já faz parte do dia-a-dia da loja.

Os funcionários têm o cuidado de separar o lixo orgânico do reciclável. Nas prateleiras tem sempre algum produto com embalagem ecologicamente correta. Dentro do vasinho de papel kraft, uma embalagem tetrapac foi reutilizada. A gerente da loja, Lucia Amadeu, se ocupa em informar aos clientes sobre o novo produto.

Claudia Mazzottini é cliente antiga da loja. Ela escolheu um vaso e foi direto espiar a novidade estrategicamente exposta na grade. Os preços variam de R$ 13 a sacola maior, a R$ 5 a menor.

“Eu achei interessante porque essa sacola é voltada para a área ecológica para começarmos a fazer supermercado, carregar as compras. E eu também gostei porque a embalagem da flor também é ecológica. E isso é um presente para uma pessoa que tem esse perfil. Eu acho que ela vai gostar e utilizar”, acredita Claudia.

Para a floricultura, vale a pena investir nesta idéia.

“A gente adota essa idéia como uma responsabilidade social mesmo. Em fazermos a nossa parte e isso ajuda na imagem, mas a intenção é de conscientização e não de lucro”, afirma Lucia.

Postado por Celia Albina de S. Pardinho



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 01h22 PM
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Simples impulsiona pequenos empreendimentos

Num país em que o ambiente de negócios não é dos mais favoráveis, como o Brasil, uma legislação destinada a incentivar a proliferação de empreendimentos de pequeno porte vem conseguindo movimentar a economia. O Simples, imposto reduzido pago por empresas com faturamento de no máximo R$ 200 mil mensais, tem sido um importante indutor do crescimento dos micro e pequenos negócios. De 2000 a 2005, foram formalizadas pelo menos 500 mil empresas com até nove vínculos empregatícios. No total, foram criados cerca de 2 milhões de empregos formais. Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) por habitante cresceu 0,8% ao ano no período, os microempreendimentos com adesão ao Simples se desenvolveram em um ritmo bem mais forte, de 7% ao ano.

O diagnóstico foi feito por economistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em um levantamento encomendado pelo Ministério da Previdência Social. “O Simples, ao suprir, ainda que limitadamente, as condições de facilitação e redução tributárias e previdenciárias, viabiliza uma porta de entrada à formalização de empreendimentos, que de outra forma cresceriam na ilegalidade”, diz a conclusão do estudo Avaliação do simples: implicações à formalização previdenciária. Para os pesquisadores, “o sistema (Simples) tem funcionado como uma espécie de berçário de microempreendimentos, viabilizando-os ou abrindo espaço para sua legalização e moderado crescimento”.

Os pequenos negócios ganharão um novo estímulo a partir de hoje, quando entra em vigor a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. A nova legislação cria o Simples Nacional, reduz a burocracia e garante vantagens competitivas aos empreendedores (leia matéria abaixo). O Sebrae estima que, até 2010, serão formalizadas 4 milhões de pequenas e microempresas em todo o país. “Estamos falando de, no mínimo, 4 milhões de empregos formais. Mas, se pensarmos numa média de dois postos de trabalho por empresa, estamos falando em 8 milhões. É um potencial fantástico”, ressalta André Spínolla, consultor da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae.

Vantagens
A empresária brasiliense Alice Mesquita de Castro está inscrita no Simples desde 1996, ano em que o imposto entrou em vigor e quando ela abriu seu restaurante no Lago Sul. Hoje, tem 10 funcionários com carteira assinada. “Vejo duas grandes vantagens: pago menos impostos e a alíquota do INSS não incide sobre a folha de pagamentos”, explica. “Seria difícil o negócio sobreviver sem o Simples, pois a carga tributária seria muito grande. Além disso, ele reduz a burocracia, pois você paga todos os impostos de uma vez só”, ressalta.

A criação do Simples Nacional também serve de estímulo à ampliação de pequenos negócios já em atividade. Alice inaugura neste mês um segundo restaurante, também no Lago Sul. Serão abertos pelo menos oito empregos com carteira assinada. “Quando o limite de receita era de R$ 100 mil por mês (até o início do ano passado), era difícil, muitas vezes isso segurava o crescimento da empresa, caso contrário eu perderia direito ao Simples. Vivíamos fazendo conta. Com a ampliação do limite e com a Lei Geral, fica mais fácil investir e expandir os negócios”, garante Alice.

Para o consultor André Spínolla, do Sebrae, não é só a redução da carga tributária que incentiva a formalização de pequenas empresas. “É preciso mostrar ao empreendedor que ser formal é um bom negócio. Agora, com a Lei Geral, isso vai acontecer, pois o empresário terá incentivos para exportar e vender para prefeituras e governos, além de ter mais acesso ao crédito”, detalha o especialista. “Os pequenos ficarão mais competitivos.”

De acordo com dados do Sebrae, existem hoje em atividade no país cerca de 3 milhões de empresas formais, sendo 99% delas micro e pequenas. Dessas, 2,6 milhões estão inscritas no Simples. Há ainda 10 milhões de pequenos negócios funcionando à margem da lei. Cálculos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) feitos para o Sebrae mostram que, no primeiro ano de Lei Geral (2008, segundo a projeção), serão criadas 1 milhão de pequenos empreendimentos. Nos dois anos subseqüentes, serão mais 1,5 milhão por ano, totalizando 4 milhões nos primeiros três anos de vigência da nova legislação.

Chances
A psicóloga Renata Morais está entre os empreendedores que vêem no Simples a chance de tentar seu próprio negócio. Até o final do mês, inaugura uma loja de produtos naturais em um shopping às margens da EPTG. Ela fez um detalhado planejamento de longo prazo. “Aos poucos, pretendemos chegar a médio porte”, diz Renata. No início, serão contratados dois vendedores. “Mas minha expectativa é expandir depois de dois anos”, sonha. Com o Simples Nacional, Renata pagará um imposto de apenas 3%. “O Simples é fundamental. Mas o pequeno empresário ainda sofre com a burocracia. Minha inscrição estadual não saiu até hoje”, reclama. “Se não fosse um sonho, acho que teria desistido.”

O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas Gomes, também considera que o Simples Nacional ajudará a tirar empresas da informalidade. No entanto, acredita que os pequenos ainda continuarão sofrendo com a restrição de crédito. “O que mais atrapalha um pequeno negócio é o alto custo da captação de recursos. No comércio, o pequeno não tem condições de financiar seu próprio consumidor, como acontece com as grandes redes. É preciso reduzir os juros”, cobra o economista. No segmento de comércio, nove em cada 10 empresas são micro ou pequenas.

Fonte: Marcelo Tokarski do Correio Braziliense

Postado por DILZA M. LUPAQUINI



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 03h47 PM
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7 sinais de um empreendedor

Por Joseph Anthony

 

É preciso ter sangue empreendedor nas veias para iniciar um negócio — fazê-lo funcionar — e nem todos têm isso.

Como saber se você tem o que é preciso para iniciar um negócio? Não há, de fato, uma maneira de saber ao certo. Mas existem alguns elementos comuns no tecido emocional e familiar que envolve as pessoas preparadas para se aventurar em um empreendimento.

Você não tem que se enquadrar em todas as sete categorias para tornar-se um candidato ao empreendedorismo. Porém, não seria nada mal. Em geral, quanto mais você tiver destas características, mais perto estará, provavelmente, de poder tentar a vida por conta própria.

1.      Você vem de uma linhagem de pessoas que não conseguem trabalhar para terceiros. Não falo isso em tom pejorativo. As pessoas bem-sucedidas com seus próprios negócios costumam ter pais que trabalhavam por conta própria. Em geral, é mais fácil conseguir um emprego em uma empresa do que começar seu próprio negócio; as pessoas que começam por conta própria costumam ter o exemplo direto do pai ou da mãe como referência.

2.      Você é um empregado relapso. As pessoas que começam seu próprio negócio costumam ter sido demitidas ou ter saído de mais de um emprego. Isso não significa ser dispensado por falta de trabalho ou transferido de um emprego para outro com melhor salário — você foi convidado a sair ou saiu antes de ser demitido. Imagine isso como o mercado lhe informando que a única pessoa que pode motivá-lo e gerenciá-lo com eficácia é você mesmo.

3.      Você vê mais de uma definição de "segurança profissional". Tenho profunda inveja das poucas pessoas que conheço que permaneceram com o mesmo empregador por 25 ou 30 anos. Parecem ter uma vida incrivelmente estável. Mas quantas pessoas que você conhece são capazes de permanecer em uma empresa por tanto tempo? Em uma economia em constante transformação, a segurança no emprego pode ser assustadoramente fugaz.

4.      Você já avançou tudo que podia ou não vai chegar a lugar nenhum. Certas vezes, a motivação para iniciar um novo empreendimento advém de chegar ao topo de uma certa hierarquia, olhar para os lados e se perguntar: "E agora, para onde ir?" O sucesso rápido pode ser uma maravilha, mas a aposentadoria precoce pode, certas vezes, abater totalmente pessoas muito energéticas e motivadas.

5.      Você já fez uma pesquisa de mercado. Nem fale comigo sobre sua brilhante idéia comercial se não tiver feito uma pausa para observar se há mercado para seu produto ou serviço. Conforme muita gente por trás de vários empreendimentos virtuais fracassados poderá lhe contar, "legal" não chega a ser o melhor sinônimo de "rentável". Nem pense em montar algo sem antes vislumbrar boas chances de atrair clientes.

6.      Você tem o apoio da família. Iniciar um negócio é estressante, mesmo nas melhores circunstâncias. Tentar fazer isso sem o apoio do cônjuge ou de outros familiares significativos ou amigos seria, provavelmente, intolerável.

7.      Você sabe que não pode fazer isso sozinho. Você pode ser o máximo como promotor de negócios. Ou talvez adore administrar as finanças da empresa. Você pode ser o tipo que inicia um negócio por ter o dom ou o conhecimento técnico exclusivo de criar um produto.

Qualquer das opções acima é possível, mas é improvável que você seja bom em todos as tarefas — ou em tudo que é preciso para tocar um negócio. Pode esquecer esse papo de "lobo solitário". Por mais que você seja adepto do "faça você mesmo", em algum momento vai precisar da ajuda de alguém.

A disposição de obter essa ajuda — ter funcionários, parceiros ou consultores para as áreas das quais não entende — é um indicador de provável sucesso futuro. "Nenhum empreendedor bem-sucedido jamais teve êxito sozinho", escreve o consultor em desenvolvimento Ernesto Sirolli em "Ripples From the Zambezi" (Ondas de Zambezi). "Aquele que for mais capaz de captar o apoio de outras pessoas terá mais chances de vencer".

 

Fonte: Webinsider

Postado por DILZA M. LUPAQUINI

 



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 05h44 PM
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Plano de negócios não é um caderno fechado na gaveta

O plano de negócios é uma das ferramentas mais importantes para o empresário e deve ser escrito “a lápis”, pois é ajustado freqüentemente..

Muitos empreendedores não conseguem alavancar seus negócios por não conseguirem enxergar erros estratégicos ou de gestão. Um plano de negócios é uma ferramenta essencial e viva, mas muitas empresas não entendem a necessidade do planejamento e, por isso, acabam fechando suas portas.

Segundo dados do Sebrae, cerca de 31% das novas empresas fecham no primeiro ano e 60% fecham até o quinto ano. A grande questão é descobrir porque o empreendimento não alcança crescimento, buscar ferramentas para reverter o quadro e definir novas estratégias.

O planejamento não garante o sucesso, mas serve principalmente para minimizar os erros e otimizar as potencialidades e oportunidades.

É um mal sinal quando pode ser aplicada a frase “Para quem não sabe onde vai chegar, qualquer caminho serve”.

O plano de negócios é uma das ferramentas mais importantes para o empresário e deve ser escrito “a lápis”, pois é ajustado freqüentemente. O dono do próprio negócio muitas vezes precisa recorrer a uma consultoria para ajudar a encontrar os “erros”, o motivo da falta de crescimento ou da crise.

A crise e a falta de dinheiro são responsáveis por 56% do fim das empresas, seguidas pelo fluxo de caixa e a falta de clientes, em 35% dos casos. A concorrência responde por 31% e o acesso a crédito 15%.

Na maior parte dos casos, o fechamento poderia ser evitado ou o prejuízo minimizado se houvesse planejamento.

É fundamental entender a organização, ou seja, conhecer seus pontos fortes e pontos fracos. Quem investe pretende ter o retorno deste investimento, normalmente a curto ou médio prazo, além da compensação a médio e longo prazo.

A compensação é o resultado do investimento e do trabalho. E deve vir na forma que foi planejado: dinheiro, tempo livre, poder, status, patrimônio, etc. Entenda claramente se você quer “sobreviver” ou “sobrar e viver”?.

Caixa, lucro e perpetuação

A motivação é um outro fator essencial, pois leva a pessoa a seguir seu caminho sem cair em ciladas, que podem vir disfarçadas de uma oportunidade ou mesmo de uma ameaça capaz de gerar reação. Quando a motivação está alinhada com o caminho escolhido, o sucesso é muito mais provável (mas isso não significa nenhuma garantia).

Ainda no âmbito humano, verifica–se que as grandes empresas, além de ter mais recursos, têm como propósito extrair o máximo de seus profissionais. Por saber que ‘gente é que faz a diferença’, buscam fazer com que seus profissionais se sobreponham aos processos.

Conceitos como perfil comportamental, pipeline ou PDCA normalmente são utilizados apenas em empresas que estão realmente em busca de resultados superiores.

O ideal é que a empresa esteja baseada nos três pilares de sustentação - caixa, lucro e perpetuação.

Este posicionamento é fator essencial para que o Plano de Negócios seja elaborado com consistência, seja implementado com comprometimento, tenha seus resultados verificados e seja ajustado freqüentemente.

Fonte: Webinsider

Postado por DILZA M. LUPAQUINI



Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 05h48 PM
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Do zero ao milhão

Como sete empreendedores criaram cinco negócios de sucesso, mesmo tendo pouco dinheiro no bolso

Por Katia Simões
Fotos: Omar Paixão


Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra
na edição da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios de outubro/2007, já nas bancas.

Você sabe qual é o único lugar em que a palavra sucesso aparece antes da palavra trabalho? É no dicionário. A pergunta, em tom de brincadeira, traduz o segredo que faz de alguns empreendedores pessoas bem-sucedidas, e, de outros, tocadores de negócios. Isso porque, sem suar a camisa e ter muita determinação, não há como erguer, com baixo investimento na largada, uma empresa que seja capaz de gerar empregos, atingir receitas milionárias e virar referência na área em que atua. Empreendedores assim pisam em falso, dão a volta por cima e não desistem nunca. Apóiam-se na disciplina, na determinação pessoal, na coragem de serem fiéis à própria visão, na disposição para correr riscos e na devoção por fazer o melhor. “Os indivíduos que criam empresas excelentes são movidos pela compulsão de transformar potencial não realizado em resultados”, diz o americano Jim Collins, autor do livro Empresas Feitas para Vencer (Editora Campus/Elsevier, R$ 72,90, 395 págs).

Mas, como tudo na vida, não basta querer construir algo. É necessário fazer por merecer. Vencem, segundo os especialistas, aqueles que investem em uma formação permanente, que planejam o negócio para ter vida longa e não deixam o sucesso subir à cabeça. “Parece simples, mas não é”, afirma o consultor José Augusto Corrêa, criador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP. Foi moldando a teoria à prática, como você poderá conferir ao longo desta reportagem, que empreendedores como Carina Alves, dona da Jantar a 2; Iron Daher e José Alberto Canedo, da Griaule; Paulo Lucatelli, da Gratícia Alimentos; Charles Ghelfond, da Ghelfond Diagnóstico Médico, construíram suas empresas, começando praticamente do zero. Você conhecerá, também, as lições de Eloi D’Avila de Oliveira, um garoto que fugiu de casa, foi menino de rua e hoje está à frente de uma empresa bilionária, o grupo de turismo Flytour. Sua trajetória de superação, erros e acertos é uma escola para todos nós.

postado por Célia


Escrito por 11ª - GMPE Barão 2007 às 06h53 AM
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